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Repetir

verbalizado por Fábio, em 30.04.08

Atenção ao Leitor: a leitura, por inteiro, deste post pode causar bocejos e até alguma sonolência.

 

Posso repetir verbos? Posso? Vá lá....

 

Às vezes tenho vontade de os repetir. Mas hoje senti-me novamente mal. Daquela maneira que nunca niguém entenderá. Esta tarde senti-me abandonado, enchovalhado e posto de lado. Mas enfim... há que olhar em frente, não ligar, mas eu sou demasiado ligado aos amigos para não ligar, não consigo (repeti-me). Quando eles estão felizes eu estou feliz, quando me disiludem eu fico triste.

 

Eu sou assim e sou livre de pensar o que quiser, agir como quiser e guardar esses pensamentos para mim. Já pensaram que se eu penso de uma determinada maneira, se calhar é porque tenho razão? Não pois não? Pois, porque normalemte dialogar ajuda...Por isso, agora, limito-me a ver e a sentir cá dentro as mudanças. Limito-me a olhar, observar e pensar. Não dizer nada. Porque para haver diálogo têm de existir duas ou mais pessoas (uma das coisas que se aprende no teatro) e a iniciativa não vais er minha, não vai nem pode senão arranjavam logo um nome fofo para me aplicar e o que está na moda é "protector" ou sei lá mais o quê. Apenas me preocupo com os meus amigos. Se eles não são merecedores dessa preocupação é lá com eles. Eu sou livre para pensar o quero (essa liberdade felizmente ainda ninguém ma levou) e espero que esses meus pensamentos não influenciem as atitudes dos meus amigos. Não têm de influenciar. Cada um sabe de si. Cada um sabe o que quer da vida. Cada um é dono da sua consciência. Se ela estiver pesada eu estou cá para ouvir todoas as palavrinhas que eles tenham para me dizer. Se não estiver, também.

 

Enquanto espero que a consciência dos amigos fale, escrevo aqui o que vai na minha. Podendo eles pensar "Pronto, já vai pôr no blog" (dizem isto quando lhes mostro a minha parte lombar... as costas). Claro que vai. Se sabem disso... façam para que eu não tenha razões para escrever. Se calhar não tenho. Se é isso que acham, se acham que eu estou errado digam-me. A sério. "Fábio estás a ser estúpido! (Esta parte normalmente é dita nas costas, na terceira pessoa do singular). Não tens razão. Eu estou a  fazer o que está certo e tu não tens nada a ver com isso". Esta última que é uma expressão engraçada. O "não tens nada a ver com isso" faz parte do expressionário de muita gente, além disso não é "a ver" mas sim "que ver". Enfim... Porquê é que aqueles amigos que nunca me desiludiram nunca disseram esta frase? Intriga-me...

 

Amigos na mesma, limito-me a observar, calar e consentir, preferindo às vezes não ver nem saber.

 

Termino apenas com uma frase que saltitou na minha cabeça o dia todo, ninguém a vai perceber, mas preciso de a escrever em algum lado, que seja aqui: "Não, não viste!" Tenho dito.

 

Citando Ana Trindade:

Quando as nossas pessoas vão cortando os fios que nos unem, doi sempre. A cada tesourada sentimos na pele, e não podemos fazer nada (...).


Até já.

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verbalizado às 23:59

Fazer

verbalizado por Fábio, em 28.04.08

Foi dificil aplicar aqui um verbo. Mas fazes parte de mim e daí o titulo. Este texto é para a melhor pessoa do mundo que, por acaso, faz anos hoje. Para a melhor amiga que alguém, algum dia pode ter. Para uma pessoa a quem eu devo muito. Para uma pessoa única e espectacular. Para ti Catarina, uma pessoa para a qual eu só tenho uma palavra: Obrigado.

 

Obrigado por seres assim. Obrigado por estares lá. Obrigado por participares naquele filme que é a minha vida. Obrigado pelos abraços, pelos beijinhos e pelas preocupações. Obrigado pelos puxões de orelhas e pelas tentativas de me fazer ver o mundo. Obrigado pelas conversas e pelos desabafos, pelas consolações. Obrigado pelas brincadeiras, pelas gargalhadas e epla diversão. Obrigado por tudo. Obrigado por existires, por nunca me desiludires e por seres como és. Obrigado por fazeres parte de mim.

 

Se há pessoa em quem eu vou confiar até ao fim, essa pessoa és tu. Sem ti a minha vida não fazia sentido. Adoro-te.

 

Obrigado Catarina Rôlo Salgueiro.

 

Beijinhos e PARABÉNS!

 

"Sem ti a vida não tem côr, abraçar-te todo o dia, a vida tem magia!"

 

 

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verbalizado às 00:01

Criar

verbalizado por Fábio, em 27.04.08

Quando eu pensava que nada podia ser mais estúpido que um golfinho falante com vontade de salvar o mundo, que uma bébé que usa telemoveis para falar com o pai, que um sapo idiota que tem a mania de andar de mota e que uma ursa que fala e tem aprelho nos dentes (ah pera, este não conta), eis que me deparo com o seguinte espectáulo:

 

 

Pergunto-me o que é que vai na cabeça destes criativos. "Epá tive uma ideia do caraças! E se criássemos um coelho que canta uma música sentimental agarrado a uma cenoura, com ar extremamente fofo e depois vendessemos o filme para os telemóveis de toda a gente a 4 euros?" É claro que a resposta foi: "Epá boa ideia! Sim senhor pá! Agora não te esqueças é de puxar o autoclismo quando saires daí de dentro". E o senhora lá puxou e saiu.

 

Deixo-vos só um bocadinho da letra que, realmente, dá que pensar: "És mais fofo que um pão-de-ló, dou-te beijinhos de esquimó..." e por aí fora. Melhor que isto só grandes pérolas da nimação como... a... o Crazy Frog.

 

Abençoada seja a animação 3D. Fica no ouvido.

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verbalizado às 15:10

Rascunhar

verbalizado por Fábio, em 26.04.08

Além destes verbozinhos que vêm aqui, estão muitos outros no backstage. Um dia sairão cá para fora.

 

Porquê? Porque eu escrevo-os e guardo-os como rascunho. Simples. Ah! A razãod eu os guardar como rascunho? Bem... alguns têm ocasiões próprias em que irão ser colocados, outros foram apagados do blog por arrependimento (que é o caso do que aqui estava há bocado) e movidos para lá e há ainda outros que ficam só para mim, servem só para descarregar.

 

Neles escrevo os meus desabafos também como aqui. As razões que me levam a estar triste, as minhas vontades. Agora quero apenas que tudo volte ao chamado... normal.

 

Por isso às vezes há coisas que acontecem que eu guardo só para mim naquela pastinha chamada "Rascunhos".

 

Eu sei que não se devem apagar posts mas, bem vistas as coisas, foi só mover...

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verbalizado às 17:35

Entender

verbalizado por Fábio, em 23.04.08

Foi bonito.

 

Mas eu não me entendo a mim próprio. Era suposto estar feliz, contente e alegre. Mas não. Sentei.me aqui e as lágrimas cairam, sozinhas, sem ninguém sequer pedir. Não me entendo. Não entendo as pessoas e , em especial, a minha mãe, às vezes.

 

Tenho-me sentido assim. Não me entendo. Não percebo porquê.

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verbalizado às 22:26

Colar

verbalizado por Fábio, em 21.04.08

Ora bem... há quanto tempo não vinha eu falar sobre as situações ridicul... desculpem, idiotas, do meu dia-a-dia? Sim, prái desde o último post que de tão deprimente que é, chega a ser idiota.

 

Imaginem vocês que andam para ai... vá lá... "pessoas" (podia ter dito "boa gente" mas o meu nível de escrita não me permite fazer tal ironia, seria muito superior áquela que sou capaz de efectuar) a dizer que eu sou "colas" e até me aplicam uma marca e tudo que recuso-me a dizer qual é para não fazer figura de urso também. Pronto, eu faço outra vez, é a Super Cola 3. Não é tão... a.. (qual é o adjectivo que se aplica a este tipo de situações?)... fofo? É.. mais ou menos. Porquê? Porque o número 3 é bonito e eu gosto de ver "pessoas" a fazer figuras tristes nos locais públicos onde eu apareço.

 

Locais públicos: sitio onde se pode estar quando, com quem e como nos der na veneta a menos que a policia apareça. Como não apareceu fui cumprimentar os meus amigos que estavam numa zona de grande corrente de ar dentro daquele café. E o vento lá trouxe o Super Cola 3.

 

Só vos digo o seguinte: quando forem às compras e no sitio da cola estiver só o preço, foi porque esgotou o stock.

 

E pronto. Por hoje é isto. Passo a publicidade e a estupidez e peço desculpa a todos os ursos que se sintam ofendidos com o post, se bem que lá no sitio onde eles vivem não têm acesso à net, acho eu... já credito em tudo. Se não tivesse posto o termo «pessoas» entre aspas teria de pedir desculpa a toda a gente e dava muito trabalho.

 

Deixo-vos só com a ironia do destino:

Super Cola 3 - Cola universal instantânea. Ideal para cerâmica, borracha, madeira, couro, plástico, metais e cartões. Manter fora do alcance das crianças. No caso de pele colada, utilizar sabonete e água quente, separe a pele com a ajuda de uma colher de chá ou café. No caso de contacto com os olhos, lavá-los com grande quantidade de água. Em caso de colagem graves consultar um especialista


Eu levo a mangueira, não vá ser preciso um bocadinho de água nas trombas...

 

Bem, vou ali colocar-me na parede. Até já.

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verbalizado às 22:15

Descobrir

verbalizado por Fábio, em 19.04.08

Tenho pena, but the show must go on... Acho que estou agora a descobrir verdadeiramente as pessoas. A frustração que vai dentro delas faz com que tomem certas e determinadas atitudes, penso eu. Mas não sei. Acho que não. Desiludem-me a cada dia que passa, destroem-me, entristecem-me os dias. Mas não me posso deixar levar por tais desilusões e surpresas das mais incriveis, de quem menos se espera. Agora não. Agora espero tudo. Já acredito em tudo. Quase tudo. Acreditarei um dia em tudo, mas esse dia não vai chegar, poruqe eu sei quem não me vai desiludir. Quem vai estar lá para sempre. Já pensei isto de outra pessoas, destas mesmas pessoas que agora me desiludem. Destas pessoas que agora se revelam facilmente influenciáveis. Mas aqueles tenho a certeza que nunca o farão.

 

Não sei bem o que vai cá dentro. Não o consigo descrever. Acho que é um misto de surpresa com desilusão e dôr. Não digo ódio, porque... não sei... talvez  para não ferir susceptibilidades e por estar ainda de cabeça quente.

 

Estou a descobrir, aos poucos, o verdadeiro eu das pessoas. Vou limitar-me a observar. Se essas pessoas quiserem dizer alguma coisa que o façam por iniciativa própria. Eu estarei lá como sempre estive.

 

A ti digo-te adeus... ou até breve.

 

Perdi.

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verbalizado às 01:00

Influenciar

verbalizado por Fábio, em 17.04.08

Devido às atitudes indignas de pessoas facilmente influenciáveis o meu estado de hoje é pouco melhor que o de ontem.

 

Faz-me confusão como é que as pessoas se deixam levar assim. Muita confusão. "Pera, se ela não gosta dele e fala mal, eu também não vou gostar e vou falar". É triste pensar assim. É trsite que as pessoas mudem do dia para a noite quando estão ou não acompanhadas. Mas armar-se em bom (ou boa) é que é giro! Bué da fixe! Que pobreza de espirito.

 

Se calhar não me devia mostrar vulnerável a este tipo de situações porque as pessoas em questão nem sequer o merecem, mas tem de ser.

 

Falem de mim, sim! Força! Fazem-me sentir importante!

 

Lá por o Fábio estar sempre lá, não quer dizer que o Fábio tenha uma venda nos olhos. O Fábio é humano (quem diria?), vê e sente as coisas ...

 

"O quê? Tás grávida? Ah! Vou só ali engravidar num'stante também"

 

Enfim...

 

PS: A quem servir a carapuça, de tamanho único (infelizmente), que comente aqui, se lhe apraz. Não desfazendo em quem este lindo acessório de colocar na cabeça não sirva.

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verbalizado às 17:40

Abalar

verbalizado por Fábio, em 16.04.08

Hoje não. Hoje fui tomado violentamente por uma tristeza que abalou este coraçãozinho fraco. Hoje fiquei mudo. O céu mudou de cor e a terra mudou de sitio. O sol escondeu-se. Hoje senti-me só. Perdidio e abandonado pelos cantos e esquinas, porque não havia ninguém.  Mesmo assim fui. Fui para aquela que é a minha 2ª casa. A Leal. Chorei. As lágrimas misturavam-se com as gotas de chuva que teimavam em cair. Precisava de um ombro que as secasse. Ninguém. Mas eu sei quem estaria lá, se pudesse. Infelizmente aquela pessoa especial na qual eu vou confiar até ao fim da minha vida, aquela que me ajuda, que me ouve e que eu adoro estava a ter aulas. Assim fiquei. Fiquei ali sentado a olhar para as árvores, para as folhas a cair. Apetecia-me ser ninguém, ser ar, ser qualquer coisa que não estivesse ali, nem ali nem em lado nenhum. Apetecia-me dizer tudo o que ia cá dentro a alguém. Mas não havia ninguém. Andei à deriva, por ali, pela acolhedora Leal da Câmara. Queria ir-me embora com o vento. Queria ser livre e não pensar em coisas idiotas. Como os pássaros. Como aquele pardal que saltitava ao meu lado.

 

Hoje a trsiteza caiu com uma violência tal que fiquei a chorar como uma criança a quem se tira um brinquedo. Hoje senti-me insignificante, senti-me a pecinha do puzzle que não encaixa em lado nenhum. Senti-me mal. Estou e sinto-me abalado por todas as pequenas coisas. Quero ser pássaro, ir-me embora e deixar tudo.

 

Hoje fiquei assim. Começou logo de manhã. Não é a primeira vez. Mas hoje doueu mais.

 

"Quantas vidas tem vida? E que sentido lhes dar?

Mais um dia assim, juro que fugia a esconder-me como um bicho.

Mais um dia ssim juro que morria, um dia para o lixo"

 

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verbalizado às 19:36

Actuar

verbalizado por Fábio, em 16.04.08
Podia ser um post extremamente feliz sobre o trabalho de actores, sobre os Escudos Humanos, sobre nós Reticências. Não é. Podia ter um poema intitulado O Actor, podia ter piada, ter rimas e versos. Não tem. É um post que eu me sinto na necessidade de escrever ainda com a cabeça quente. Este refere-se à actuação das pessoas mas num palco especial: o quotidiano. É incrivel a quantidade de atitudes que as pessoas tomam, que não vão de encontro ao que pensávamos delas. "Nunca pensei" dizemos nós, digo eu, porque eu é que parece que atraio estas situações. "As pessoas mudam e tal..." Mudam, mudam, mas vejam lá isso que qualquer dia dá-vos um enfarte de tão rápida que é a mudança. Ou um AVC.

Naquele momento houve ali uma paragem, um segundinho só em quis desaparecer, fugir. Parece que a terra me fugiu dos pés. O céu mudou de lugar. Quis ser qualquer coisa que não estivesse ali naquele momento. Mesmo aquelas coisas pequenas para mim são importantes. Embora para os outros aquela atitude possa não ser nada, para mim foi, foi um estalo na cara ou coisa parecida. Foi um virar costas, um olhar de desprezo, um balbúcio, uma presença que fizeram com que hoje, ali, naquele momento se cumprisse a desilusão e a tristeza.

É por isso que hoje respondo à pergunta "Tudo bem?" com um grande "Não". Não está. Hoje estou triste. Estou.

Um dia se te lembrares que eu existo diz-me Olá. Chega.

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verbalizado às 12:30



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