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Caminhar

verbalizado por Fábio, em 30.12.08

Numa noite de sexta-feira, pela volta do duche. Só faltavam mais três pessoas para eu estar com todos aqueles de que mais gosto. Mas com vocês dois já me senti preenchido. Foi bom.

 

Fazem-me sentir assim. Feliz. Por um sengundinho que seja. E com vocês sinto-me feliz.

 

Obrigado por existirem.

 

Um abraço!

 

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verbalizado às 02:22

Conduzir

verbalizado por Fábio, em 28.12.08

E pronto, já está.

 

Com a carta de codnução já não gasto mais dinheiro.

 

Yeih!

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verbalizado às 21:48

Sujar

verbalizado por Fábio, em 26.12.08

... A casa toda da Catarina com as bolinhas de esferovite que enchiam o meu cão de peluche foi no minimo lindo. É tão bom sentir que as pessoas gostam de nós, que podemos contar com elas. E bo mostrar-lhes isso também. é bom sentir que já tens 19 anos que estás crescida também na idade.

 

Espero que possamos conversar mais vezes e que não deixes de usar aquelas boinas que eu tanto gosto!

 

Parabéns Catarina!

 

 

Beijinhos**

 

PS: Peço desculpa pelo atraso na publicação do post, mas estava em Rascunhos e não me lembrei dele.

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verbalizado às 21:08

Receber

verbalizado por Fábio, em 25.12.08

Quero que saibam que, melhor do que receber qualquer prenda de Natal, é saber que posso contar sempre com a vossa amizade.

 

Amanhã dou-vos o meu agradecimento especial, a cada um de vocês.

 

Até já.

 

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verbalizado às 22:39

Natalar

verbalizado por Fábio, em 24.12.08

Era tão giro quando eu pedia sempre às oito da noite para abrir o presente mais pequenino que estava debaixo da árvore. Escolhia sempre um que não parecesse roupa. E à meia noite alguém se vestia de Pai Natal e distribuia os presentes pela familia que se entretinha a conversar, a comer doces e o caldo verde. Era cá em casa, e a árvore de Natal era minuscula. Ficava tanto tempo a olhar para ela e para as poucas luzinhas que piscavam. Adorava os enfeites das ruas e as àrvores de natal gigantes, cheirava-me sempre a Natal. Adorava enfeitar a casa. Adorava ouvir e cantar a música da Leopoldina. Via todos os anos o Sozinho em casa e ria-me sempre muito.

 

Achava tudo tão mágico e divertido.

 

Agora a criança já não sou eu. A música da Leopoldina e os enfeites de Natal das ruas começam sempre a aparecer em Outubro. Não sinto o cheiro do Natal. É tudo tão artificial.

 

Nunca mais foi cá em casa.

 

 

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verbalizado às 00:31

Comprar

verbalizado por Fábio, em 15.12.08

É Natal. E como é que eu sei? Dá o anúncio da Leopoldina na televisão, o Sozinho em Casa na SIC, as filas das lojas são maiores, pode ir-se ao Continente ao domingo à tarde e está um senhor velho e gordo com barbas na estação do Rossio, e que é um dos poucos que não pede dinheiro.

 

E pronto já que é Natal, há que entrar no espirito e a "familia feliz" foi às compras. Marco. Olavo. Fábio. Duas horas enfiados na Fnac. Passando pela Natura, e a ver outras montras. Prendas de Natal. E ainda não foi desta que ganhámos o Porche. Fica para a próxima. Não se pense que já está tudo. Não. Neste dia foi apenas uma e mais uma, pelo menos, por cada um deles. E do lugar onde estávamos tinhamos de nos ir embora para ver VLCD, novamente, para mim, no Teatro Meridional.. E o Olavo até que conhece uns bons sitios para se comer em Lisboa. Lá fomos.

 

 

 

 

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verbalizado às 23:37

Desanimar

verbalizado por Fábio, em 06.12.08

Acontece, de vez em quando. Não podemos estar sempre bem-dispostos, embora às vezes pareça que estamos. Há dias que começam... menos bem. Deve-se ao facto de, talvez, precisar de descansar um bocadinho, parar, organizar as ideias. Pensar um bocadinho em quantas vidas tem a vida, e que sentido lhes hei-de dar.

 

Desanimar faz parte. Às vezes sem razão aparente, outras vezes devido a milhões de razões ao mesmo tempo.

 

Há que sorrir, levantar a cabeça e pensar que estou bem, apesar de às vezes não resultar.

 

Toca a animar. Amanhã vai ser melhor.

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verbalizado às 20:35

Esfregar

verbalizado por Fábio, em 04.12.08

Tenho uma dúvida existencial

 

Da frase "bilhética sem contacto" qual é a parte que as pessoas que passam à minha frente no torniquete do Metropolitano de Lisboa, não percebem? Deixam de ter desculpa, que eu passo a explicar a frase toda:

 

"Bilhética" - refere-se ao bilhete ou ao passe. Ao titulo de transporte que vos abre a portinha do torniquete

 

"Sem contacto" - significa que NÃO PRECISAM ESFREGAR A PORRA DOS CARTÕES NAS MÁQUINAS! Magnetismo (ou rádio frequência ou lá o que é), amigos. Funcionam à distância, pequena, mas funcionam. Não precisam friccionar violentamente o passe ou o bilhete nos coisinhos azuis dos torniquetes. A sério. E isto é dito por uma pessoa que tem o passe dentro de uma pequena bolsa de plástico, que está dentro de uma bolisinha, que por sua vez faz parte da minha malinha (ou pochete) e que ainda costuma ir dentro de um saquinho daqueles de pôr às costas. Acham que me dava ao trabalho de abrir isto tudo para esfregar o passe na máquina?

 

E isto vem a propósito do quê, perguntam vocês. Exacto. De o senhor que estava a minha frente ter ficado três dias para abrir a porcaria do torniquete. Eu esperei, para me rir um bocado. E o homem esfregava, esfregava, esfregava. e a porcaria da porta de vidro não abria, até que por fim, parou quietinho com o braço e aquilo mlá fez o habituak bip, e deu passagem ao homem.

 

Diabos vos levem..

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verbalizado às 01:21

Fonfonar

verbalizado por Fábio, em 03.12.08

Deolinda, muito bom.

Olha a banda filarmónica,
A tocar na minha rua.
Vai na banda o meu amor
A soprar a sua tuba.
Ele já tocou trombone,
Clarinete e ferrinhos
Só lhe falta o meu nome
Suspirado aos meus ouvidos.

 

Toda a gente fon-fon-fon-fon
Só desdizem o que eu digo:
"Que a tuba fon-fon-fon-fon
Tem tão pouco romantismo"
Mas ele toca fon-fon-fon-fon
E o meu coração rendido
Só responde fon-fon-fon-fon
Com ternura e carinho.

 

Os meus pais já me disseram
"ó filha não sejas louca!
Que as variações de Goldberg
P'lo Glenn Gould é que são boas!"
Mas a música erudita
Não faz grande efeito em mim:
Do CCB gosto da vista,
Da Gulbenkian, o jardim.

 

Toda a gente fon-fon-fon-fon
Só desdizem o que eu digo:
"Que a tuba fon-fon-fon-fon
Tem tão pouco romantismo"
Mas ele toca fon-fon-fon-fon
E cá dentro soam sinos!
No meu peito fon-fon-fon-fon
A tuba é que me dá ritmo.

 

Gozam as minhas amigas
Com o meu gosto musical
Que a cena é "electroacustica"
E a moda a "experimental"...
E nem me falem do rock
Dos samplers e dicotecas,
Não entendo o hip-hop,
E o que é top é uma seca!

 

Toda a gente fon-fon-fon-fon
Só desdizem o que eu digo:
"Que a tuba fon-fon-fon-fon
Tem tão pouco romantismo"
Mas ele toca fon-fon-fon-fon
E, às vezes, não me domino.
Mando todos  fon-fon-fon-fon
Que ele vai é ficar comigo!

 

Mas ele só toca a tuba
E quando a tuba não toca,
Dizem que ele continua
Quem em vez de beijar ele sopra

 

Toda a gente fon-fon-fon-fon
Só desdizem o que eu digo:
"Que a tuba fon-fon-fon-fon
Tem tão pouco romantismo"
Mas ele toca fon-fon-fon-fon
E é a fanfarra que eu sigo.
Se o amor é  fon-fon-fon-fon
Que se lixe o romantismo!

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verbalizado às 00:01

Pôr

verbalizado por Fábio, em 02.12.08

O frio pede mas eu não meto mais as minhas mãos no fogo.

 

'Tá bem 'tá! Porra.

 

Sempre me ensinaram que não se brinca com o fogo, e quem sou seu para desrespeitar tais ensinamentos? Exactamente. Ninguém. Portanto vou guardá-las nos bolsos ou pô-las em sitios mais úteis e mais seguros que o fogo.

 

Quando dizem que queima, parece que queima mesmo. Não é boato.

 

Só ponho as mãos em cima da fogueira quando apagarem o lume.

 

Apre!

 

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verbalizado às 00:39




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