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Atingir

verbalizado por Fábio, em 31.01.09

... a maioridade! E vão duas, este ano. Agora foi a vez da Ritinha. As meninas estão a crescer. Não que mude muito com os 18, falo por mim, mas é sempre aquela marca. Foi especialmente divertido ver a cara da Rita quando lhe ntrámos pelo quarto adentro para lhe dar os Parabéns, estava a rapariga já no vale dos lençóis. Gosto destas coisas, de fazer felizes os meus amigos. Gosto que se sintam bem e espero que ela tenha gostado da festa que lhe preparámos e da prenda que lhe demos.

 

Espero, agora, que consigas atingir aquilo que queres, que consigas atingir os teus objectivos. Que sejas feliz. Tu, a Ana e as que futuramente também farão os 18.

 

Para ti um beijinho especial de Parabéns Ritinha, para a Ana outro e um garnde Toca a Animar para a Carolina, que espero que esteja mais bem disposta e que também consiga atingir o que mais quer.

 

Sabe tão bem estar com vocês, ouvir a lenha a crepitar e a chuva a cair lá fora....

 

Ate já.

 

 

Foto: Catrina Trindade

 

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verbalizado às 21:42

Nadar

verbalizado por Fábio, em 25.01.09

"Apanhaste um bocadinho de chuva não foi?"

Um bocadinho Bárbara? Eu vim a nado! Cheguei a casa parecia um golfinho!

 

 

No terceiro post do dia, apeteceu-me partilhar isto com o mundo.

 

 

 

PS: Eu não disse? Amigos a sério, que sabem que nos preocupamos com eles!  Sempre aqui Ritinha. Beijinhos*

 

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verbalizado às 19:20

Preocupar

verbalizado por Fábio, em 25.01.09

Não sou pai de ninguém, mas sou amigo e como amigo que sou gosto de ajudar os meus amigos e preocupo-me com eles, apesar de, às vezes, eles não pensarem o quão preocupados estamos.

 

Neste momento estou preocupado com uma amiga e não vou dormir até ela chegar a casa, porque, pura e simplesmente, não consigo.

 

Não sei que valor é que os meus amigos dão as minhas preocupações para com eles e, como diz o Marco, "estou-me pouco cagando". Nunca dei muita importância ao que os meus amigos acham ou deixam de achar sobre mim, porque afinal de contas, somos amigos. Amigos a sério. E por outro lado essa coisa dos outros não darem valor ao que eu faço já não é novidade.

 

Mas o que é certo é que eu me preocupo. Preocupo-me com o simples facto de, às vezes, eles não me dizerem nada, de não saber se eles estão bem ou mal.

 

Já é cedo, e o vento lá fora sopra como se não houvesse amanhã. E se continua a chover desta maneira, certamente não vai haver, pelo menos para mim, porque eu vou morrer afogado.

 

Deu-me para "reouvir" a música dos Entre-Aspas:

 

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verbalizado às 07:12

Inexistir

verbalizado por Fábio, em 25.01.09

Assim. Inexistência. Seja lá o que isso fôr. Apetece-me inexistir as vezes. Um misto de sensações, um rodopio de sentimentos. Um vazio. Cá dentro. Uma sensação estranha de não saber. De não saber o que é. Um medo. Estranho. Sempre a mesma companhia no regresso a casa: a chuva. Desta vez mais forte, violenta e intensa. Ajuda sempre a encher este vazio, mais que não seja, com água. Corrri a chuva. Por momentos fui feliz. Senti-me bem. Depois voltou tudo ao normal. O mesmo vazio. A mesma saudade. O mesmo medo. A mesma sensação.

 

Melhores dias hão-de vir.

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verbalizado às 06:04

Bater

verbalizado por Fábio, em 18.01.09

Há quem bata com a cabeça nas paredes, há quem bata tachos, há quem bata claras em castelo, há quem bata em pessoas, em carros, em animais, há quem bata palmas, e claro, há quem...

 

 

Isto é coisa que se escrevva na parede duma loja? Sim, claro, depende da loja. Mas numa loja de sapatos não.

 

Vamos pensar nisto. 

 

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verbalizado às 23:57

Nomear

verbalizado por Fábio, em 15.01.09

Às vezes dou por mim a pensar quem é que inventou os nomes de ccertos objectos. Ombreira é uma das palavras que me têm atormentado o juizo. Mas quem é que no seu perfeito juizo vai dar este nome a três pedaços de madeira que estão em redor de uma porta? Quem? Mas o que é que... ombros? Isso é o que está entre os braços e o pescoço, o que tem que ver com portas? Exacto. Nada. Mesa - nome de coisa; cadeira - nome de coisa; móvel - nome de coisa; candeeiro - nome de coisa; agora ombreira? Não é nome de coisa, valha-me a santa.

 

Já para não falar da maçaneta que também é outra muito linda! Aposto que toda a gente já deu uma trinquinha na sua maçaneta preferida, lá de casa. Isto cá para mim foi o senhor da fruta do Continte que quis abreviar a frase "Maça Reinetta" ou lá como se chama aquilo.

 

É por isto que este país não anda prá frente. Por isto e por pessoas como tu, tu sim, estarem a ler estas parvoices sobre nomes estúpidos que as coisas têm, em vez de estar a trabalhar. Vai mas é trabalhar pá!

 

E pronto lá se foram os últimos leitores do blog que faltava espantar que também só vinham cá ver se estavam a oferecer alguma coisa, por isso não tem problema.

 

PS: Amanha não percam a dissertação sobre bidé e sifão,

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verbalizado às 23:28

Adivinhar

verbalizado por Fábio, em 14.01.09

Hoje o Verbos faz 2 anos. A 14 de Janeiro de 2007 nascia este blog, duma ideia luminosa que me suriu depois de uma amiga me ter pedido alguns verbos para qualquer coisa quel ela ia fazer.

 

É claro que a essa altura nunca eu adivinharia que 2 anos depois estariam aqui 163 verbos e 200 comentários guardados e que, aqui pela chafarica, passariam mais de 14 mil pessoas!

 

A todos um Muito Obrigado.

 

Agora adivinham-se novos tempos, novas histórias do dia-a-dia, traduzidas aqui em Verbos..

 

E eu só escolhi o verbo Adivinhar para poder pôr isto aqui:

 

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verbalizado às 22:51

Humanizar

verbalizado por Fábio, em 14.01.09

I did my best to notice
When the call came down the line
Up to the platform of surrender
I was brought but i was kind
And sometimes i get nervous
When i see an open door
Close your eyes
Clear your heart...
Cut the chord

Are we human?
Or are we dancers?
My sign is vital
My hands are cold
And I'm on my knees
Looking for the answer
Are we human?
Or are we dancers?

Pay my respects to grace and virtue
Send my condolences to good
Give my reguards to sorer moments
They always did the best they could
And so long to devotion
You taught me everything i know
Wave goodbye
Wish me well..
You've got to let me go

Are we human?
Or are we dancers?
My sign is vital
My hands are cold
And I'm on my knees
Looking for the answers
Are we human?
Or are we dancers?

Will your system be alright
When you dream of home tonight?
There is no message we're receiving
Let me know is your heart still beating

Are we human?
Or are we dancers?
My sign is vital
My hands are cold
And I'm on my knees
Looking for the answers

You got to let me know

Are we human?
Or are we dancers?
My sign is vital
My hands are cold
And I'm on my knees
Looking for the answers
Are we human
Or are we dancers?

Are we human?
Or are we dancers?

Are we human
Or are we dancers?

 

 

Confusa, sim. Mas espectacular.

Dá que pensar.

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verbalizado às 22:41

Arborizar

verbalizado por Fábio, em 12.01.09

Como diz o "nosso cabo" (Olavo), fui lá fazer de árvore. E foi bom. Não tão bom como em anterires anos, é certo, mas este ano pensei. Pensei que se eu fosse mesmo uma árvore ia ver as estações do ano a passarem por mim.

 

A Primavera, esplendorosa, com aquela vida, e aquela alegria que sempre traz, depois o Verão, quente, com um sol forte, mas cheio de vida ele também; a seguir o Outouno, menos alegre, uma estação de mudança, folhas pelo chão, menos sol, mais nuvens e por último o Inverno, frio, chuvouso, vento, não deixa de ter a sua magia, claro, mas mais triste. E isto seria a minha vida. Ver estações e pessoas a passar, assistir a mudanças, sem poder movimentar-me dali. E esse seria o meu garnde probelma: ficar sempre no mesmo sitio a ver as coisas acontecer. Pensando bem se calhar a nossa vida não é muito melhor ou pior que a de uma árvore. O que estamos realmente aqui a fazer? Nascemos, vivemos e morremos. É um ciclo também. Simples. Dá que pensar.

 

Há que aproveitar então. Há que viver. Há que movimentar!

 

Toca a animar, e viver todas as estações, aproveitar cada segundo! Vamos viver!

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verbalizado às 22:04

Roubar

verbalizado por Fábio, em 07.01.09

Ontem vi a cena mais hilariante e decadente do ano, até agora.

 

Estava eu na Fnac do Chiado a dar o meu passeio habitual antes do trabalho quando de repente, uma criança com não mais de 8 anos, cuja raça e cor eu não vou dizer senão chamam-me racista, se estatela no chão e por ele rasteja até chegar à porta dos elevadores. A parte gira foi quando o segurança foi lá:primeiro tirar-lhe o livrinho que, por engano, ele levava na mão e depois ajuda-lo a por-se em pé.

 

Começam tão novinhos. E sabem ler e tudo!

 

Enfim... hilariante o espectáculo que o puto deu, mas decadente.

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verbalizado às 21:49



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