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Considerar

verbalizado por Fábio, em 29.03.09

É bom saber que há pessoas que têm consideração por nós. Não por aquilo que fazemos, por aquilo que somos. Por aquilo que sou.

 

Amigos são isto. Ensinam-nos, partilham connosco experiências de vida, tentam mostrar-nos o caminho a seguir. E tu tens tanta razão. Tu e outros que, como tu dizes, me adoram. Os meus amigos. Os verdadeiros. Tenho de mudar, aprender a criar condicionalismos a dizer não, a não deixar que façam o que querem comigo. Gostar mais de mim. Vincar a minha personalidade.

 

Tenho pensado muito nisto. Tenho de conseguir.

 

Obrigado.

 

Um abraço.

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verbalizado às 22:57

Acompanhar

verbalizado por Fábio, em 24.03.09

Ontem senti-me um bocado sozinho. Sinto-me assim quando nenhum dos meus amigos não  pode estar comigo por alguma razão que se prende com as vidas pessoais de cada um deles. Ontem ninguém pôde. Senti-me "esacompanhado". Depois, à noite, a Ana abraçou-me e disse "Estou tão feliz!" e eu sorri. Fiquei tão feliz por ela.

 

Um dia vou ficar feliz, mas por mim. Hoje é o dia! Não,. não é, mas é bonito dizer.

 

Hoje estive com o Olavo, tinha saudades dele. Haja alguém que também não faz mais nada da vida durante este ano. Alguém que me acompanha. Conheci Milão, hoje, literalmente, ele mostrou-ma (a cidade).

 

A gente vê-se.

 

Beijinhos e abraços.

 

.

 

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verbalizado às 23:01

Atempar

verbalizado por Fábio, em 22.03.09

Dizem os Peace Revolution que O Tempo Resolve:

 

Ando tão desenfreado

Que nem sei qual é o lado

Claro, escuro

Apagado, luz

 

Dizes-me para ter cuidado

Mas eu vou a qualquer lado

Faço tudo e onde andas tu?

 

Já só sonho acordado

Eu não durmo em nenhum lado

Dou comigo sem saber se fui

 

Passo as noites acordado

Mas não vou a nenhum lado

Estou contigo

Sem saber de mim.

 

Ai de mim se fôr levado

Eu não sou de nenhum lado

E o amor a mim não me seduz

 

Vês-me tão apaixonado

Eu não vivo afastado

E o futuro aqui não tem mais luz

...

 

O tempo resolve

Todos dizem

Eu quero matá-lo

Quero ouvir que morreu

 

 

Novo ábum para breve,

 

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verbalizado às 14:26

Visitar

verbalizado por Fábio, em 14.03.09

Faz-me bem ver-te. Mesmo que seja só uma visitinha inesperada de 5 minutos. Mesmo que não digamos nada um ao outro. Basta olhar. Basta ver-te. Abraçar-te. Sinto-me tão bem contigo e ao pé de ti! Sempre. Nunca me sinto a mais contigo por perto. É tão bom ser teu amigo.

 

Quando tenho saudades tuas, quando estou triste ou quando sinto a tua falta vou ler aquele postal que um dia me deste. Hoje as saudades apertaram e tinha mesmo de te ver.

 

És tão importante para mim. Obrigado. Gosto tanto de ti.

 

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verbalizado às 03:06

Envelhecer

verbalizado por Fábio, em 10.03.09

... E contrariar a vontade do tempo.

 

Fui ver o Estranho Caso de Benjamin Button. Bonito. Uma grande história e, acima de tudo, uma lição de vida.

 

Ensina-nos um, de certa forma, a ver vida de outra forma e a encarar a morte de maneira diferente. Há que aproveitar a vida então, para quando chegarmos a velhos, se chegarmos, "deixarmo-nos ir".

 

Fez-me chorar. Não me elmbro da última vez que um filme me provocou isso.

 

A ver.

 

 

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verbalizado às 20:05

Desbaratar

verbalizado por Fábio, em 09.03.09

Isto agora com os saldos,é tudo ao desbarato há com cada pechincha:

 

 

Alguém achou feio escrever a silaba "CU" de "Cuecas", na montra. Não era bonito e as pessoas podiam intrepretar mal.

 

É a aproveitar freguesas, de Faro!

 

(Encontrei isto n' Os Dias Úteis. Foi enviado ao Pedro Ribeiro por uma ouvinte, a Ana Peres)

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verbalizado às 23:07

Apegar

verbalizado por Fábio, em 08.03.09

É isto. Apêgo. Um apêgo especial que tenho pelas pessoas, que faz com que fique preocupado, triste a alegre de acordo com os seus humores, vontades e caminhos. Temos todos. Sentimos as pessoas. Os amigos.

 

Mesmo que às vezes aquele orgulho se perca por coisas que não estamos à espera que aconteçam, mesmo que às vezes aquela conversa que pode resolver tantos problemas não aconteça e que a valorização não seja um ponto forte, mesmo que às vezes a sinceridade e a partilha se escondam algures e sejamos os últimos  a saber disto ou daquilo, mesmo que a desilusão apareça, ou que a música soe mais alta que as nossas vozes... mesmo que o mundo dê voltas e voltas, esse apêgo pelos amigos nunca vai desaparecer.

 

E é tão bonito o apêgo. Aquela coisa que nos aperta o coração de vez em quando, quando sentimos os outros. Aquela coisa a que muito pouca gente consegue dar valor, porque quase ninguem entende. Aquela coisa que todos temos mas sobre a qual nunca falamos.

 

Por isso não falo por mim, falo por todos. Por todos os amigos, que o são e por todas as pessoas que "sentem os outros". Trata-se, no fundo, disto. De sentir os outros.

 

 Às vezes devíamos pensar mais nisto. Parar um bocadinho e tentar entender. Depois abrir os olhos e perceber que é isto. No fim valorizar. e aí o orgulho perdidio voltava como volta sempre, as conversas tinham-se sem sequer pedir, a partilha e a sinceridade aconteciam...

 

È este apêgo que nos agarra. A todos.

 

Verweile doch, du bist so schon.

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verbalizado às 03:03

Sorrir

verbalizado por Fábio, em 04.03.09

Se acordou mais tarde do que devia,

Se ameio do banho ficou só com água fria:

Sorria!

 

Se estáno trânsito a caminho do Porto ou Lisboa,

Se o seu clube deu 4 milhões pelo Balboa:

Sorria!

 

Sorria e tudo passa,

Só lhe faz bem e é de graça!

 

Não dá trabalho algum,

E é isso mesmo que é preciso.

Faça um favor a si mesmo:

Esboce lá um sorriso!

 

Se ficou sadinha em lata no metropolitanto,

Se no elevador alguém soltou gás metano:

Sorria!

 

Se pisou um presente deixado por um cão,

Se aquela miúda gira tem uma maçã de Adão:

Sorria!

 

Se tem saudades do calor,

Se ouve os vizinhos a praticar o amor,

Se o seu autocarro se atrasa,

Se a sogra vai passar umas semanas lá em casa:

Sorria!

 

Sorria e tudo passa,

Só lhe faz bem e é de graça!

 

Não dá trabalho algum,

E é isso mesmo que é preciso.

Faça um favor a si mesmo:

Esboce lá um sorriso!

 

Sorria e tudo passa,

Só lhe faz bem e é de graça!

 

Não dá trabalho algum,

E é isso mesmo que é preciso.

Faça um favor a si mesmo:

Esboce lá um sorriso! 

 

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verbalizado às 23:10

Salvar

verbalizado por Fábio, em 02.03.09

 

Se eu soubesse como salvar uma vida, gostava de salvar a minha, mas só por último. Primeiro salvava os outros todos. E, é no fundo, isso que eu faço sempre, com tudo. Eu estou sempre triste, em baixo e cheio de coisas más, mas ajudo sempre a malta a levantar-se. E gosto. É isso que me faz bem, porque sem eles eu não era nada. Sem os meus amigos. Que, esses sim, me salvam a vida todos os dias.

 

Porque amigos não são aqueles que só se lembram de nós no dia em que fazemos anos, não são aqueles que falam mal de nós nas costas, não são aqueles que nos encontram e perguntam como correu o último ano em que não nos viram, nem são aqueles que conhecemos numa noite ou num dia e nunca mais sabemos deles. Amigos são aqueles que se chateiam connosco se for preciso e depois fica tudo bem, são aqueles que estão lá quando precisamos, mesmo que não estejam fisicamente, partilham connosco as lágrimas e limpam o ranho na nossa camisola e deixam que limpemos o nosso na deles, amigos são aqueles que estão calados se for preciso, que riem e choram connosco,que partilham connosco a vida. Amigos... são vocês.

 

São a Catarina Salgueiro, a Inês, o Olavo, o André Mourato, o Africano, a Rita, a Bárbara. e a mãe, a Catrina Trindade, a Ana, a Carolina, o Marco Silvestre e o Martin, o Manaças, a Joana Martins, a Rita Fereira, o Rui Mário, a Joana Lopes, o Mário, a Ângela, a Nídia, o Elisio, o Nuno, a Filipa Duarte, a Rute e Mizé, que em salvam quando eu preciso e que me fazem acreditar que sou capaz.

 

Obrigado a todos por saberem como salvar a minha vida.

 

Podemos precisar de ajuda e de apoio mas nunca vamos precisar de um amigo porque, pura e simpelsmente, ele já lá está.

 

Estou trsite, continuo assim, e não sei como é que vou melhorar. Vou fazer por me salvar, Com a ajuda deles.

 

Um abraço.

 

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verbalizado às 20:10

Capacitar

verbalizado por Fábio, em 01.03.09

Olá. Hoje fui, relamente, eu. Senti-me noutra vida, capaz para dizer tudo sobre tudo. E chorei. Chorei como uma criança a quem tiram o melhor brinquedo. Chorei por coisas do passado que eu achava que já eram isso mesmo: passado. Chorei porque me senti suspenso durante um instante, senti um aperto no coração e uma bola de fogo dentro do estomago. E não tenho vergonha de o dizer, nem tenho vergonha de o mostrar. Chorar é bonito. Eu gosto, faz-me bem, apesar de só fazer quando as coisas estão mesmo, mesmo mal.

 

Pensei que já tinha ultrapassado tudo, e continuo a achar que sim. E tenho a certeza. Ou não tenho? Tenho.  Mas custa-me, custa-me tanto. E teria de haver um dia em que o saco fizesse PUM. Fez hoje. Mas com uma violência tal, que me deixou triste, sem folêgo e de rastos. Sennti-me um inutil, acabado, e achei que os outros são capazes e eu não. Porquê? Não tem de ser assim. Não posso voltar a pensar. Não faz sentido. Eu não posso estar preso. Tenho de me libertar. é tudo muito fácil de dizer. É sempre. E as lágrimas correm. Continuam a correr e vão continuar por muito tempo, porque apesar de não estar, naquela altura, no meu perfeito esatdo, lembro-me de tudo o que dissse, ouvi e observei. De cada gota que caiu do meu rosto e do que ela contava. Da história.

 

Sei que eles me percebem. Todos e tão bem. Eu sei. Obrigado amigos.

 

Um dia disseram-me em relação a qualquer coisa: "Tu és capaz, és sempre." Sou.

 

Era a minha festa de anos.

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verbalizado às 07:08




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