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Agrupar

verbalizado por Fábio, em 24.05.10

Ainda bem. Ainda bem que cada um de vós estava lá. À sua maneira, mas estava e esteve. Apesar de não concordar com certas coisas e de não rasurar, de forma alguma, a minha opinião sobre este Retis, penso que: ainda bem que a vossa opinião é diferente da minha e da quem está de fora. Ainda bem que a maior parte de vós sentiu o que eu senti aqui há un anos. Ainda bem.

 

Agora, boa sorte!

 

Um abraço.

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verbalizado às 17:02

Desunir

verbalizado por Fábio, em 21.05.10

Não sou nem quero ser saudosista, mas ainda posso ter uma palavra, ou duas, a dizer sobre o sitio onde cresci e onde me formei. São elas (as palavras): bonito serviço!

 

Reticências. Eu olho para ali e penso: "Bolas! Não foi ali que eu cresci, não foi ali que eu me tornei no que sou hoje, não foi ali que arranjei os melhores amigos do mundo, não foi ali que tive uma paixão interminável, não foi ali que eu me mostrei, não foi ali que me profissionalizei, não foi ali que agarrei o teatro!" A questão é que foi. Foi tudo ali. Foi o Reticências, todos os que o compuseram e o Rui que me puseram onde estou. Estou muito grato. Agora olho para aquele palco e vejo desunião, inimizades, intrigas, vestígios de sorrisos inexistentes. E pergunto-me: o que é que se passa? Hum? No meu tempo as únicas intrigas que poderiam existir era "este gosta daquela ou desta, aquela anda com o outro..." coisas assim, normais, ou mais próximo da normalidade. E eu volto a perguntar: o que é que se passa? O que é que foi aquilo na Regaleira? Hum? O ano passado ainda tentei estar por lá e digo-vos que não gostei, e nunca pensei dizer isto de um grupo (que agora, para mim, se resume apenas a um nome: Reticências) onde passei os melhores anos da minha vida. Onde é que está o respeito? Onde é que está a vontade? Onde é que está o "tenho teatro na quarta e na sexta, yupi", o "tenho tantos testes, mas vou ao teatro", "tenho mil e quinhentos trabalhos para acabar e tanto que estudar mas vou ao teatro porque aquelas pessoas salvam-me o dia". Não. Ninguém sabe o que quer. Estão ali só porque há  um senhor com caracóis a dizer e a fazer umas coisas giras. Um senhor (como diz um amigo) que os meninos tratam por você. E o teatro, cá fora, não é assim. Não há desunião, nem desrespeito. Digo-vos eu, que sei. Que trabalho nisto. Não tenho galões para tirar cá para fora, não tenho 20 ou 30 anos disto (tenho 2), mas quem tem dirvos-á a mesma coisa.

 

Onde estão os toques de mãos, as danças intermináveis, os jogos de confiança, o choro comum, a gargalhada geral, a correria, o nervosinho conjunto, as corridas pela fonte do Campo Pequeno, as massagens, as cavalitas, as repreensões, a entre-ajuda, as viagens de autocarro, os passeios, as idas a Sintra à noite, os almoços, lanches e jantares? Onde está a união? Se eu cair agora, agarram-me?

 

A pergunta que me apetece fazer é: onde está a Catarina Salgueiro, a Catarina Trindade, o Manaças, a Rita, a Carolina, o Nuno, a Inês Amaro, a Mizé,  o Elisio, o Olavo, o Marco, o David, a Raquel Pêgo, a Nídia, a Filipa Vasconcelos, o Nuno Oliveira, a Noni, a Joana Lopes, a Ana Trindade, a Ângela e a Bárbara, daquele tempo? Todos juntos. Ali. Onde estão? Não estão. E claro que isto é parvo porque cada um tem a sua vida agora, mas é o que me apetece perguntar quando olho, agora, para aquele palco. E este é o meu blog e eu pergunto o que quero e bem me apetece.

 

Bem ou mal, foi ali que aquelas pessoas que eu disse conviveram, cresceram e passaram parte da sua vida, quer tenham seguido o ramo ou não. Não nos desrespeitem e acima de tudo não se desrespeitem a vocês (isto dito, atenção, por quem tem experiência em desrespeitar-se a si próprio).

 

E era isto tudo que eu tinha para dizer, claro que censurei as asneiras.

 

Bons sonhos. Até já.

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verbalizado às 03:34

Extrapolar

verbalizado por Fábio, em 20.05.10

Meus amigos, a música que me faltava para me poder exprimir convenientemente:

 

Pelo que vejo
És um marujo da banheira
E antevejo
Um bárbaro e vil desfecho
Mal te abram a torneira
Já se vislumbra uma desgraça

No teu desejo
De ter a maior traineira
Talvez te danes
E uma onda ainda te mande
Contra o esmalte da banheira
Ou contra um pato de borracha

Eu também já desbravei ondas dos sete mares
E fui comandante de uma frota de alguidares
Mas a solidão e alguma desilusão
Cantam-me assim

Faz-te falta um faroleiro
Que te afaste a luz dos olhos
Que te aponte para os molhes
Que há tanta ilusão na vida
Por te ouvir tantas cantigas
Já deixei de acreditar

Tu vai lá contra os patinhos
Que eu remo este alguidar

Pelo que vejo
Pelo peixe que pescaste
Deste tamanho
Encolheu ou foi mirrando
Ou dissolveu-se no balde
Ou nunca houve peixe nenhum

E caldeirada de batatas e cebolas
Foi cozinhada sem cebolas nem batatas
Nem um tacho para lá pô-las
Que não te faltem latas de atum

Já fui embalada
Pelo canto da sereia
Levei-a para casa
Fiz filetes e papei-a
Será digestão, consciência ou razão
Que eu oiço em mim

Faz-te falta um faroleiro
Que te afaste a luz dos olhos
Que te aponte para os molhes
Que há tanta ilusão na vida
Por te ouvir tantas cantigas
Já deixei de acreditar

Tu vai lá contra os patinhos
Que eu remo este alguidar

 

Deolinda - Patinho de Borracha

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verbalizado às 03:14

Indescrever

verbalizado por Fábio, em 11.05.10

Como diz o Manaças "E aí Foguenta, dji bobera hoje?"

 

Se há coisas estranhas esta é uma delas. Às vezes acho que devíamos adiar a nossa vida devido a uma nuvem vulcânica. Dava-me mesmo jeito uma nuvem vulcânica só para mim. Isso e uma máquina do tempo... a ver se faz sol e calor. Como é que vai a vida? Então a vida... oh olha chegou o Papa, não posso explicar porque tenho de ir a correr vê-lo ao Terreiro do Paço, não quero perder o tsunami do Tejo que espero ansiosamente que aconteça.

 

Amar, respeitar, confiar, perdoar... Muito bem, parece que o meu blog lançou uma campanha de divulgação a nível nacional, não fosse o "Foi o pai que me ensinou". Pelos vistos o dia 19 de Março é um grande problema para alguém. O que é que este filho não deve gastar em prendas. Então e comer criancinhas também foi o pai que te ensinou meu safardolas? "Agora pegas no teu amigo primo de 6 anos e vão todos nús tomar banho a ver o que acontece enquanto papa(á) filma". Bonito serviço, sim senhor.

 

E, como vêm meus amigos (e os outros), não havia titulo possível para aplicar a este blog. Isto não está fácil. O quê? Viver com este corte de cabelo. Ai ca lindo.

 

Finalmente alguém muito fanfarrão decidiu conformar-se com a vida fantástica que tem, meter-se no carro, calar-se e deixar-me em paz no meu cantinho superior esquerdo do ecrã. Já não era sem tempo. Ufa.

 

E de todo-o-mundo-ninguém me despeço dizendo que "Recordemos esta Folia e o melhor que nela fomos! Haja Folia". Este ano espero poder trabalhar bem acompanhado em Solércia.

 

 

 

 

Estamos cá. É o que interessa. Apesar de às vezes saber coisas que talvez fosse melhor não saber, sentir coisas que talvez fosse melhor não sentir, ouvir coisas que talvez fosse melhor não ouvir, dizer coisas que talvez fosse melhor não dizer. Talvez fosse melhor dormir e este talvez incomoda-me. Não o consigo descrever sequer. Há coisas com as quais temos de aprender a lidar. Diariamente, passo a passo sem ter medo... "UNIMOS SOLTAMOS OS NOSSOS SEGREDOS E A SORRIR DEVORAMOS O MUNDO NUM ABRAÇO TÃO PROFUNDO..." Enfim.

 

Adeuuuusssss. Isto parece uma palavra composta e como vem cá o Papa é melhor dizer: Até já!

 

Fuuuuuiiii

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verbalizado às 01:53

Coser

verbalizado por Fábio, em 03.05.10

Alguns dos meus posts costumam dar panos para mangas, calças e papaias. Mesmo aqueles que eu sinto que são a pura das verdades. De maneiras que apaguei o último para ninguém se pôr aí a coser e entretanto a linha acabar. Ainda por cima uma linha dessa côr, deviam ter vergonha. Roxa?

 

Até já e coiso.

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verbalizado às 00:48




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