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Fechar

verbalizado por Fábio, em 30.08.10

Não tenho palavras, sequer. O Centro Comercial fechou. O Blog também.

 

O centro comercial fechou
E a Maria vai viver a vida mais longe
Longe das ilusões
Em cima das situações
Perigosas

O Toino não morreu no mar
Acabou de adquirir um castelo na Escócia
Enfim, não é bem na Escócia
É uma cave sombria
Em Gaia

O passado já lá está
Raio de uma sorte cinzenta
E o presente é uma réstia de esperança enquanto houver saúde
Há que cuidar do aspecto
Fazê-lo parecer natural
Por mais que seja cruel não há ninguém que ajude

Ninguém nos ensinou a usar
Nada do que recolhemos pelo caminho
Perto das ilusões
Entre o amor e as razões
Perversas

O passado já lá está
Raio de uma sorte cinzenta
E o presente é uma réstia de esperança enquanto houver saúde
Há que cuidar do aspecto
Fazê-lo parecer natural
Por mais que seja cruel não há ninguém que ajude

 


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verbalizado às 14:47

Enganar

verbalizado por Fábio, em 30.08.10

A raiva corre no meu sangue. Mas sinto-me o homem mais poderoso do mundo! Gosto disso. Caos.

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verbalizado às 03:07

Estupidificar

verbalizado por Fábio, em 11.08.10

O Olavo dedicou-me este texto, é bonito, aqui fica.

 

“Uma grande estupidez literária”

(Correcção – “Uma grande estupidez”)

 

Tem batatas?

Sabão!!!

Já não se pode falar com as pessoas…

Cavalinho Branco.

Tem batatas?

Tenho ali ao fundo.

E pacotes de Doritos, há?

Pacotes de Doritos há quatro.

A4 submarino ao fundo

Ou poeta ao chão

(Correcção – “alguém ao chão”)

Que foi o que aconteceu quando eu caím, estava distraído a olhar para a montra da livraria, vi o livro do Saramago e caím

Depois levantei-me e fui pá Baixa, ver as montras.

“Levantei-me e fui pá Baixa” não é um pleonasmo, mas deve ser uma figura de estilo qualquer, que isto não me soa nada bem…

Deve ser uma anfhnhasse

Com “n” entre o “a” e o “f”, sim, porque há quem diga afhnhasse, e isso a mim soa-me muito mal, não gosto…

Pessoas que dizem mal as palavras, para mim, estão na mesma escala de lançamento de ultrajes, que os homossexuais que se querem casar, estão para o D. José Policarpo.

(Correcção – “ O Padréco da Sé”)

Um dia mando vir 4 pizzas familiares para mim e mais 2 amigos

Depois quando não tivermos mais fome, colocamos as fatias que restarem na caixa de correio do Cardeal Patriarca de Lisboa

(Correcção – “ O Padréco da Sé”)

Ah… Hoje é o dia!

Nicola momentos Perfeitos.

Nespresso, What else.

Gostamos muito das frases engraçadas nos pacotes de açúcar, mas o George Clooney fez-nos acreditar que o café das cápsulas é o melhor café do mundo…

E eu acredito….

Por isso é que compro…

É pena, é ter de ir de propósito à Rua Garrett só para comprar meia dúzia de cafés, que aquilo só se vende na loja.

Podiam vender, sei lá, no P……..

Não…

Estão muito bem, as cápsulas em Lisboa….

(Não se escreve más ideias, sabe-se lá quem é que vai ler isto. Tudo o que eu não quero é ver o George Clooney, num cenário de prateleiras de café e chocolate em pó, a dizer:

“Pingo Doce, Venha Cá”

Com a mesma entoação que diz:

“Nespresso, What esle”)

O Problema das pessoas como eu que não escrevem nem por talento, nem por criatividade, escrevem mesmo por insónia, é que gastam quase uma folha inteira a falar do P…..

Do sítio do costume…

Já não bastam os 5 mil anúncios diários, que correspondem mais ou menos a cento e qualquer coisa, em cada intervalo do Telejornal.

(Correcção – “ Daquele programa”)

Na maior parte dos países em que o QI médio dos habitantes é superior ao de uma galinha

O telejornal não dura mais de 20/30 minutos

Certamente não aborda temáticas do interesse público como o sorteio do cabaz de Natal da aldeia de Figueiró dos Vinhos

Mas eu também nunca disse que o meu QI era superior ao de uma galinha

Portanto o dos meus conterrâneos não tem de ser….

Saudações Patriotas

 

Olavo Silva

(Correcção – “Olavo”)

21 de Fevereiro de 2010

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verbalizado às 22:15

Sair

verbalizado por Fábio, em 07.08.10

Já passou um tempo, mas não podia deixar de deixar qualquer coisa sobre este assunto por aqui. Não estou perdido, não estou. Nem estou chateado contigo. Estou só triste com tudo isto, com esta situação e com o facto de não integrar este projecto. Arranjar culpas é desperdicio de energia. E é. Faltas de respeito é que eu não consigo tolerar (a maior parte). Se calhar é melhor assim. Percebo.

 

Depois há o resto e, caso não tenham reparado, o meu mundo acabou no fim-de-semana passado: fui despedido, dispensado, afastado, ou qualquer coisa do genero, de um projecto teatral - my fault; desprogramei a mesa de luz e houve um espectáculo que foi cancelado por isso mesmo - my fault;  soube que para o ano, a associação cultural com a qual trabalho vai ter de procurar novo espaço - not my fault mas é triste. Mais? Estou na Polónia. Tenho medo.

 

É só.

 

Até já.

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verbalizado às 00:04




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