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Parar

verbalizado por Fábio, em 30.06.08

Paro. Às vezes. Sim, eu também paro. Paro para pensar que devia parar mais vezes. Paro. Penso no que senti, no que vivi, no que fiz e no que deixei por fazer. Paro. Penso nos momentos que passei contigo e com todos, nas gargalhadas, nos abraços, nos carinhos, nos beijos que trocámos e partilhámos, tantas e tantas vezes. Paro. Penso no que vi, no que senti e no que ouvi. Paro. E revejo as conversas e os desabafos que se soltaram em tempos. Paro. Pego no telefone ou no telemóvel para acatar esta saudade e a solidão que às vezes me inundam o espírito. Paro. Paro e penso. Paro e oiço o palpitar do meu coração. Paro e sinto às lágrimas a cair. Paro e olho para a minha vida. Tão melhor ou pior que ela é. Tão bela ou feia que possa ser. Mas é esta. E  essa não pode parar de forma nenhuma.

 

De resto... Paro, fico, inundo-me nos meus pensamentos e mergulho nas vozes que ecoam dentro da minha cabeça....

 

Depois... o silêncio.

 

Param. Também eles, os pensamentos. Ainda bem.

 

Devia parar mais vezes. Parar. Sentir apenas o ar a entrar e a sair do organismo e o natural bater do coração.

 

Paro e descanso. Nem que seja por uns momentos apenas.

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